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1. O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS. : DIGA SIM TODO DIA AO AMOR DE DEUS

Biblia catolica

terça-feira, 3 de maio de 2011

O VALOR DO ETHOS, ÉTICA E MORAL



 

A sociedade atual pode-se dizer que tem uma moral, ética ou ethos? Como conceituar a sociedade pelo qual estamos inseridos? Nas ciências sociais aplicadas como na teologia familiarizamos com a questão desses conceitos. Pode-se dizer que este é um assunto muito discutido durante milênios, ou seja, desde tempos imemoriais. Por qual razão é um tema tão propagado desde épocas mais remotas? Sócrates, Platão, Aristóteles, filósofos Gregos do século III, II a.C, abordaram primeiramente a questão da ética, a tal ponto de propagar estudos dissertativos até os dias atuais. Sócrates, ícone da filosofia, preferiu apostar nas suas convicções pessoais, mesmo sabendo que morreria se permanecesse com suas idéias revolucionárias: formar uma juventude capaz de pensar, criticar, libertar-se das ideologias sofistas, hipócritas e interesseiras. Aristóteles, contemporâneo de Platão, tratava à ética como justiça, aquilo que deve ser promovido ao bem comum. E somente a partir da ética é que se poderia chegar à felicidade. Platão abordava a ética no caminho traçado para a iluminação, contemplação do mundo das idéias. Para ele, o indivíduo deveria se afastar dos vícios, apegos, práticas mundanas e tudo aquilo que o afasta do mundo das idéias. Ele faz a separação entre aquilo que é sensível e supra-sensível, ou seja, um dualismo na concepção de perceber o mundo. Somente aquele que se colocava afastado das práticas humanas e terrenas poderia ser feliz, chegar a um estado de contemplação “eterna”. Pois bem, fazendo essa trajetória pelo pensamento grego que perpassa a questão da ética, o ethos. Isto lá no século II a.C e passamos para tempo atual. Estamos no limiar do século XXI, depois de 4000 anos de história parece que o interesse, entusiasmo de falar sobre assunto continua o mesmo nas ciências humanas sociais aplicadas, teologia, enfim, em todos os ramos da ciência.


REFLEXÃO PARTE II CONCEITOS

 



Conceituar essas palavras:  ethos, ética, moral. Ethos está relacionado a costumes, moral vivida. Ou seja, é modo próprio de determinado indivíduo, grupo. O ethos é mutável, relativo, cada grupo pode construir ou adquirir o seu. Ex. o jeitinho brasileiro. Quanto à ética, ela é universal, absoluta. Todo mundo carrega consigo um valor ético, como: valor à vida, bondade, justiça, fraternidade, enfim. E a ética está ligado mais uma dimensão reflexiva do ethos e da moral. Procura sistematizar e organizar a partir de uma análise mais reflexiva da moral, buscando refletir sobre as possíveis transgressões da ética. Já a moral é flexível e mutável, pois ela é construída. Ou seja, é um conjunto de regras e leis estabelecidas por determinada sociedade e como tal serve para guiar e orientar os indivíduos. Ex. a constituição brasileira. 
Por que será que esses assuntos nos motivam até hoje? Simples, é uma questão prática, que age diretamente nas questões existenciais. Como se comportar, dirigir nas relações interpessoais e pessoais da vida. Estamos todo momento se colocando sobre questões éticas, morais, que agem, influem, movem fortemente as nossas relações humanas, sociais, certo? 
Portanto, após tantos séculos podemos dizer que existe algo mutável na ética? Não, a ética é imutável, absoluta, universal a idéia da vida, bom, perfeito, honesto, fraterno existe, agora a forma de agir e fazer a moral, elas mudam, diferenciam. Podemos dizer, a lei dos dez mandamentos deixados por Deus ao profeta Moisés no monte Sinai/Horeb são eternas e universais para toda sociedade. Não matar, não furtar, amar pai e mãe, amar Deus sobre todas as coisas, e irmão com Deus nos ama. Logo, a ética e moral estão interligadas e indissociáveis, ambas não podem caminhar separadas.

REFLEXÃO PARTE III

 


No entanto vamos colocar a questão no tempo atual. Estamos em uma sociedade que estão observando e vivendo esses conceitos de forma unida e integrada? Absolutamente que não. Por quê? Pelo simples fato de estar vivenciando uma sociedade do tudo permitido, ditadura do relativismo, tudo é relativo e nada absoluto. A verdade não é uma questão absoluta, mas é algo particular a qual eu mesmo digo, e o que vale são meus interesses pessoais e não coletivos, certo. Ou seja, as coisas e pessoas devem se adequar e orientar segundo meus valores, ideais, caprichos e interesses e não ser orientado, ordenado por leis, normas e valores que hoje são encarados como caretas, retrógados, ultrapassados. Mas que são eternos e essenciais para a felicidade humana, como bem sabiamente falava o filósofo Aristóteles.  Então podemos dizer que a sociedade atual está perdida em seus valores mais universais, porque se ilude em práticas passageiras, vulneráveis, fugazes, como: individualismo, consumismo, relativismo, racionalismo desenfreado.
O ser humano tem necessidade de se relacionar, construir relações sólidas e duradouras, como também, de uma comunicação com o ser sobrenatural. Não podemos dizer que o indivíduo é auto-regulador e auto-gestor de sua vida, a ponto de descartar Deus de sua presença, caindo na tentação de viver por si mesmo sem uma ligação com o divino. A liberdade que o homem tem, dada por Deus, deve ser orientada cada vez para fazer as vontades e ensinamentos deixados por Ele nas tábuas da lei, em Moisés. No instante em que seguimos e ordenamos nossas vidas a partir deste prisma, podemos concluir somos felizes e livres.  
Ademais, mesmo vivendo em uma sociedade em constantes mudanças de paradigmas, não podemos deixar de praticar em nosso estado de vida um agir moral; exercitar a ética e construir um ethos pautado nos ensinamentos da verdade, justiça, vida, do amor. Mesmo com os desencantos da vida, hipocrisia de inúmeras instituições, falta de referenciais, desumanização nas relações, não se pode baixar a guarda e entrar na “onda” da sociedade vigente. Olhemos para figuras norteadoras do bem comum, Sócrates, fiel a suas convicções, Jesus Cristo, o sumo Bem, a quem nos orienta para a plenitude eterna e glória celeste.

Deus vos abençoe e vos guarde em todos os seus propósitos e convicções de vida.   

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Crê em Deus ou entidade superior é intrínseco ao homem.


A pesquisa feita pelo empresa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos sobre a crenca em Deus ou entidade superior. O Brasil vem com uma porcentagem de 84% dos pesquisados que acreditam em Deus. E um número de descrente é de apenas 3%. Isso tomando o universo de 18.829 adultos em 23 países. A pesquisa verificou que no geral 51% definitivamente acreditam em entidade divina. O país do topo é Indonésia com 93%, a Turquia em segundo com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados. A crenca em Deus é fator de estudo cientifico ultimamente de vários centros de estudos e ensino no mundo. Essa pesquisa trata sobre temas como: a crenca ou descrença em Deus, a teoria da evolução ou criacionista e escatologia, ou seja, a vida após a morte.

Mas vamos tentar acentuar um pouco a questão do crê, ou não, em uma força superior, seja essa denominada Deus, ou espírito maior. O universo das coisas celestiais, supra terenas sempre foi motivo de inquietação, provocação, estudos, desde tempos imemoriais. O filósofo Grego, século II ª C Aristóteles falou sobre o princípio primeiro, aquele que deu origem a todas as coisas no mundo. E, para ele, esse princípio constitui-a o motor primeiro, que fez dá movimento a todas as coisas. O teólogo cristã S. Tomas de Aquino traduziu como Deus. Platão filósofo contemporâneo de Aristóteles falou de um demiurgo, ou seja, ser superior que estava no plano das idéias intermediário, entre mundo sensível e o inacessível, ou seja, um ser iluminado e inatingível. Para nós cristãos, acreditamos no único Deus, que é três pessoas, O Pai, Filho e Espírito Santo, essa é crença cristã. Um Deus, Uno e Trino. Esse Deus se fez acessível na Pessoa do Filho, desceu a terra, morreu e ressuscitou e está glorioso a direita do Pai. Contudo, passando do período intenso na crença no divino, idade média, podemos perceber a mesma discussão na entidade superior, Deus, em outro período, a modernidade, Séc. XV, XVI, tendo com maior expoente René Descartes, que propagou verdadeira mudanças na forma de ver, pensar e agir o mundo. O cenário suscitava uma eterna e definitiva descrença em todo e qualquer quesito, que se colocasse ao  mítico. A modernidade surgiu para desmitificar toda e qualquer crença no sobrenatural, pois o homem descobriu a ciência, tecnologia, razão, e ele era o centro do universo, (Antropocentrismo) e não Deus (teocentrismo). E, com isso não viria a depender nem um pouco das questões supra terrenas. E assim, foi propagando estudos e mais estudos sobre a negação a toda e qualquer divindade. A ponto de um filósofo, Friedrich Wilhelm Nietzsche decretou a morte de Deus, valorizando apenas a ciência. Mas é bom acentuar, que mesmo René Descarte, um dos protagonista da descrença em todo e qualquer realidade suprema, nos seus escritos da 5 meditação, vem tratar todo o último capítulo sobre a existencia de Deus. Pois só um Ser perfeito poderia ter criado as coisas, natureza em plena ordem e harmonia. Pois bem, a era moderna propagou-se e alastrou-se com muita força, e muitos ficaram desconcertados, descrentes. Prova disso os países europeus mais desenvolvidos. A França um dos países que na pesquisa se coloca como 39% de descrentes, a Suécia com 37% e Austrália 36%.

Neste itinerário de modernidade, da razão suprema em que tudo deveria ser provado, medido, calculado, pois fora isso as coisas, mundo, pessoas, não poderia dá crédito ou validade, sobretudo, a fenômeno místico-religioso. E, como podemos encontrar a partir dessa pesquisa, em 23 três países, mais de 51% acreditando em entidade superior (Deus)

Simples, a ciência não respondeu as necessidades e dramas mais urgentes da humanidade, o ser existencial, social, pscilógico do ser humano, mas se produziu muito progresso na esfera técnica, produção bens de consumo, mas nas relações interpessoais, espiritualidade, diálogo, coesão do homem com outro homem, Deus, com a natureza e consigo mesmo naufragou, decaiu. E o sentimento posto no coração do homem foi de vazio existencial, frustração, ilusão em acreditar que o progresso promoveria a realização e felicidade plena.

Nesse sentido, no período cada vez mais crítico nas relações interpessoais, onde vemos a degradação da pessoa humana, aflora vários tipos de busca ao sagrado como expressão da necessidade mais intrínseca do ser humano. O homem em si mesmo é um ser religioso. Desde época mais remotas, se tem notícia da ligação do indivíduo com o sagrado. Nos cristãos ocidentais acreditamos que nosso coração so terá felicidade plena quando repousar em Deus, porque nascemos de Deus e logo voltaremos para Ele. E sabemos com clareza de onde viemos, para onde vamos, e quem somos. Viemos de Deus, vamos para o céu e somos filhos de Deus.

Ademais, existe uma necessidade vital do homem em procurar um divindade, ser superior pois sua essência não sentirá realizada enquanto não abastecer em algo eterno, infinito. O finito que somos nós almeja o infinito, eterno, além do que simples habitar na terra. E na medida que conscientizamos sobre essa verdade, passamos a nos relacionar e viver muito mais felizes com tudo que está ao nosso redor.



Erasmo Motta

terça-feira, 26 de abril de 2011

VIDA OU MORTE? ONDE VOCÊ ESTÁ?

Muito bem amados e queridos em Cristo, é sempre uma satisfação está em sintonia e presença com o Cristo ressuscitado. Você está com o Cristo que é a vida, renovação, reerguimento, amor pleno da existência humana? ou não, mas na prisão, medo, morte, como: aniquilamento moral, egoísmo, falta de altruísmo, frieza do coração para com as relações de afeto, fraternidade, uns com os outros?

Nestes tempos de modernidade podemos constatar o esfacelamento das relações humanas, a partir do desprezo e aversão ao “ser humano”. O medo, distanciamento, frieza de coração, anonimato, principalmente nas sociedades de centros urbanos e com isso ratificando a patologia da sociedade moderna.

O Cristo nossa páscoa ressuscitou, não era possível que ela (a morte) retivesse em seu poder (Atos 2,24). Mas a pesar de termos proclamado neste domingo a páscoa, ou seja, a vitória da vida sobre a morte, resgate da aliança eterna e união do homem para com coisas supra terrenas, é possível dizer que mesmo assim, muitos permanecem ancorado no desencantamento, desilusão e falta de ideal e, logo sepultado nas suas crenças e valores essenciais de equilíbrio, amor.

Contudo, e preciso renovar e levantar os lhos da esperança, futuro melhor, construção de um ideal, apoiar na palavra de Deus que luz e verdade para nossa vida. Assim, poderemos buscar o caminho que nos enche de vida e reerguimento de amor, que é o Cristo.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Brasil é 3º país onde mais se crê em Deus

O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em 'Deus ou em um ser supremo' em uma pesquisa conduzida em 23 países.

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados 'definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza'.
O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.
Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% 'simplesmente não sabem'.
Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas 'não especificamente em um paraíso ou inferno', 19% acreditam 'que a pessoa vai para o paraíso ou inferno', outros 7% acreditam que 'basicamente na reencarnação' e 2% acreditam 'no paraíso, mas não no inferno'.
Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.
Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam 'basicamente na reencarnação', com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.
Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.
Criação X evolução
As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.
Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.
Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.
Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.
Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.
Descrentes e indecisos
Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em 'Deus, deuses, ser ou seres supremos'.
No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.
A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo 'às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos'.
Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.
globo.com
Segunda, 25 de Abril de 2011 - 14h29

    Jesus Ressuscitou

    CRISTO RESSUSCITOU!!! ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!!! Verdadeiramente, sim, Ele ressuscitou. O que significa esse tão grande ato. Primeiramente é mistério, as palavras são incapazes de traduzir e transmitir na sua totalidade, pois é uma graça muito grande e significado muito profundo que não tenho palavras para lhes passar, mas tão somente dizer que essa festa pascal ocorrida dentro do cristianismo é a maior das festas. Deus Pai, Ele  todo poderoso ressuscitou seu Filho da mansão dos mortos. Não o lugar específico como o papa Bento XVI bem disse, mas um estado de espírito, o qual o Cristo se colocou para anunciar a boa nova a todos aqueles que morreram no passado e salvar a todos nós.
    Quero lhes dizer, que ainda estamos em festas, a páscoa não terminou, temos 50 dia até a chegada do Pentecostes, a efusão do Espírito Santo sobre os apóstolos; Esse Jesus que deseja habitar e morar dentro da nossa casa, ou seja, no coração.
    Não viva desanimado, triste, acabrunhado, nosso Deus está vivo. Aleluia, Aleleuia, Aleluia!!!
    Deus te ama.

    sexta-feira, 22 de abril de 2011

    PAPA RESPONDE PERGUNTAS EM PROGRAMA DE TELEVISÃO



    Pela primeira vez, na emissora italiana ‘RaiUno’

    Por Aline Banchieri
    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 22 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Quem não gostaria de conversar alguns minutos com o Papa e expressar-lhe as inquietudes do seu coração? Hoje, algumas pessoas – selecionadas entre mais de duas mil – tiveram esta oportunidade e fizeram várias perguntas a Bento XVI.

    A emissora de televisão italiana ‘RaiUno’ convidou o Santo Padre para participar de um de seus programas, “A sua immagine” (“À sua imagem”), respondendo a perguntas dos telespectadores. O programa foi ao ar nesta Sexta-Feira Santa e os principais temas abordados foram o sofrimento, a perseguição dos cristãos, a paz e a paixão, morte e ressurreição de Jesus.
    A primeira pergunta foi feita por uma menina japonesa de 7 anos que, diante do terror vivido em seu país devido aos terremotos, disse ao Papa: “Tenho muito medo, porque a casa na qual eu me sentia segura tremeu muito e porque muitas crianças da minha idade morreram. (...) Por que tenho de passar por tanto medo? Por que as crianças têm de sofrer tanta tristeza?”.
    Bento XVI reconheceu que “não temos uma resposta, mas sabemos que Jesus sofreu como vocês, inocentes”, e recomendou: “Neste momento, parece-me importante que saibam que ‘Deus me ama’, ainda que pareça que Ele não me conhece”.
    Recordando também a solidariedade e a ajuda oferecida por pessoas do mundo inteiro, o Santo Padre lembrou que “um dia, eu compreenderei que este sofrimento não era uma coisa vazia, não era inútil, mas que, por trás do sofrimento, há um projeto bom, um projeto de amor. Não é por acaso”.
    A segunda pergunta foi feita por uma mulher italiana cujo filho está em estado vegetativo há um ano: “Santidade, a alma do meu filho abandonou seu corpo - visto que ele está totalmente inconsciente - ou ainda está nele?”. O Papa respondeu que a alma ainda está presente no corpo e fez uma comparação: “A situação é semelhante à de um violão que tem as cordas quebradas e que não pode ser tocado: assim também o instrumento do corpo é frágil, vulnerável, e a alma não pode tocar, por assim dizer, mas continua presente”.
    “Sua presença, queridos pais, é um testemunho de fé em Deus, de fé no homem, de compromisso a favor da vida, de respeito pela vida humana, inclusive nas situações mais trágicas”, recordou.

    Um grupo de jovens de Bagdá se dirigiu a Bento XVI para falar sobre a perseguição dos cristãos no Iraque: “De que maneira podemos ajudar nossa comunidade cristã, para que reconsidere o desejo de emigrar a outros países, convencendo-a de que ir embora não é a única solução?”. Renovando seu apoio aos cristãos e muçulmanos do país, o Santo Padre afirmou que o verdadeiro problema é que “a sociedade está profundamente dividida, lacerada” e que é preciso “reconstruir esta consciência de que, na diversidade, todos têm uma história comum, uma comum determinação”.

    Também uma mulher muçulmana, da Costa do Marfim, falou da situação política do seu país, que está causando divisão entre cristãos e muçulmanos, e perguntou: “O senhor, como embaixador de Jesus, o que aconselharia ao nosso país?”. O Papa recordou a importância de orar pela população e mencionou ações concretas da Santa Sé: “Pedi ao cardeal Tuckson, que é presidente do nosso Conselho Justiça e Paz, que vá à Costa do Marfim e tente mediar, falar com os diversos grupos, com diferentes pessoas, para facilitar um novo começo”. E lembrou da necessidade de ouvir a voz de Jesus, “em quem vocês também acreditam como profeta. Ele era sempre o homem da paz”.
    “O único caminho é a renúncia à violência, recomeçar o diálogo, as tentativas de encontrar juntos a paz, uma nova atenção de uns aos outros, a nova disponibilidade a abrir-se uns aos outros. E esta, querida senhora, é a verdadeira mensagem de Jesus: busquem a paz com os meios da paz e abandonem a violência”, afirmou.
    A seguinte pergunta veio da Itália: “O que Jesus fez no lapso de tempo entre a morte e a ressurreição? E, já que no Credo se diz que Jesus, depois da morte, desceu ao inferno, podemos pensar que isso é algo que acontecerá conosco também, depois da morte, antes de ascender ao céu?”.
    O Papa Ratzinger explicou que “este descenso da alma de Jesus não deve ser imaginado como uma viagem geográfica, local, de um continente a outro. É uma viagem da alma. É preciso levar em consideração que a alma de Jesus sempre toca o Pai, está sempre em contato com o Pai, mas, ao mesmo tempo, esta alma humana se estende até os últimos confins do ser humano. Neste sentido, desce às profundezas, vai até os perdidos, dirige-se a todos aqueles que não alcançaram a meta das suas vidas”.
    “Esta palavra da descida do Senhor aos infernos significa, sobretudo, que Jesus alcança também o passado; que a eficácia da redenção não começa no ano zero ou no ano trinta, mas que chega ao passado, abrange o passado, todas as pessoas de todos os tempos”, acrescentou.

    Com relação ao destino da alma humana, afirmou que “nossa vida é diferente: o Senhor já nos redimiu e nos apresentaremos ao Juiz, depois da nossa morte, sob o olhar de Jesus, e este olhar em parte será purificador; acho que todos nós, em maior ou medida, precisaremos ser purificados”.

    Outra pergunta, vinda da Itália, também tratou do tema da ressurreição de Jesus: “O fato que de seu corpo ressuscitado não tenha as mesmas características de antes, o que significa? O que significa, exatamente, ‘corpo glorioso’? E a ressurreição, será assim também para nós?”.
    “Naturalmente – disse Bento XVI –, não podemos definir o corpo glorioso, porque esta além da nossa experiência. Só podemos interpretar alguns dos sinais que Jesus nos deu para entender, ao menos um pouco, para onde esta realidade aponta.” Entre esses sinais, o Pontífice mencionou o sepulcro vazio, que indica que Jesus não abandonou seu corpo à corrupção: “Jesus assumiu também a matéria, razão pela qual a matéria também está destinada à eternidade”. Acrescentou que Cristo “assumiu esta matéria em uma nova forma de vida: Jesus não morre mais, ou seja, está muito além das leis da biologia, da física, porque os submetidos a elas morrem. (...) É uma vida nova, que já não está sujeita à morte, e essa é a nossa grande promessa”.
    O Papa recordou que, na Eucaristia, Cristo nos dá seu corpo glorioso: “Assim, já estamos em contato com esta nova vida, este novo tipo de vida, já que Ele entrou em mim, e eu saí de mim e me estendo até uma nova dimensão da vida. Acho que este aspecto da promessa, da realidade de que Ele se entrega a mim e me faz sair de mim mesmo e me eleva, é a questão mais importante: não se trata de decifrar coisas que não podemos entender, mas de encaminhar-nos rumo à novidade que começa, sempre, de novo, na Eucaristia”.
    A última pergunta foi sobre as palavras dirigidas por Jesus a Maria e a João aos pés da cruz: “Eis aqui o teu filho”, “Eis aqui a tua mãe” - que Bento XVI definiu, em seu último livro, como “uma disposição final de Jesus”. “Como devemos entender estas palavras? Que significado tinham naquele momento e que significado têm hoje em dia?”

    O Santo Padre respondeu que “estas palavras de Jesus são, antes de mais nada, um ato muito humano. Vemos Jesus como um homem verdadeiro que leva a cabo um gesto de verdadeiro homem: um ato de amor por sua mãe, confiando-a ao jovem João, para que estivesse segura”. Por outro lado, explica que, “certamente, este gesto tem várias dimensões, não diz respeito apenas a esse momento: concerne a toda a história. Em João, Jesus confia todos nós, toda a Igreja, todos os futuros discípulos, à sua Mãe, e sua Mãe a nós”.

    Além disso, acrescentou, “a Mãe é também expressão da Igreja. Não podemos ser cristãos sozinhos, com um cristianismo construído segundo as minhas ideias. A Mãe é imagem da Igreja, da Mãe Igreja e, confiando-nos a Maria, também temos de confiar-nos à Igreja, viver a Igreja, ser Igreja com Maria”.
    O programa “A sua imagem” durou cerca de uma hora e meia e Bento XVI acompanhou sua emissão da sua biblioteca, no Palácio Apostólico vaticano.

    quarta-feira, 20 de abril de 2011

    SEMANA SANTA: O AMOR GESTO MAIOR




    Falar sobre a semana santa. Depois de desejar abençoada semana santa a todos os internautas e  blogueiros que visita o blog EFFATA,  quero expressar  a grandeza da mesma.
    Uma semana que se resume  unicamente no amor incondicional de Jesus para com a humanidade. Pois, Deus nos amou tanto que deu seu Filho unigênito para que todos aqueles que creiam Nele não pereça, mas tenha a vida eterna. Diz também,  que éramos pecadores  e Ele nos amou , não se prevaleceu sua condição divina , humilhou-se até morte, e foi pregado numa cruz.
    A imagem da  encenação de Jesus,  paixão e morte não é um  espetáculo inverídico,  ficção, simbologia do acaso, mas foi de fato, muito real. A prova disso, é que depois de 2000 mil anos de história  revivemos de modo confiante, comovente,  emocionante  a história do Filho de Deus,encarnou na história e se tornou um de nós, exceto no pecado. Levou-nos a acreditar no amor. Pois Ele disse:  é preciso que o grão de mostarda morra, para que produza furtos, e como também, foi dito: quando o Filho do homem for levantado irá atrair todos para Si. E de fato, é uma atração muito forte que nos toca a ponto de está e viver inteiramente para Ele.
             Esse amor constitui primeiramente em Deus por  nos ter amado  primeiro, pois mesmo ainda pecadores,deu seu sangue  para nos libertar das trevas do pecado. E com isso, trazemos uma dívida impagável, a qual nos impulsiona apenas a fazer o mesmo, AMAR... e nunca desanimar. E esse amor, aparece mais real, quando nos postamos para com o irmão. Deus é amor, nos diz, São João na epístola capítulo, mas quem diz que ama Deus mas não ama seu irmão é mentiroso, pois se não ama o irmão que vê, como pode amar a Deus que não  Vê. Logo é mentiroso e fingido.

    Portanto, amados em Cristo, a semana santa precisa produzir em nós um amor intenso e abrasador pelo Cristo, pois Ele é quem nos ama por primeiro e nosso coração de fato só estará em paz, quando repousar no Cristo. Nele que é a origem e fonte de tudo.

    PASSAGEM DA MORTE PARA VIDA



     Saudação aos meus queridos internautas que estão conectados na rede de comunicação. É com alegria que vos desejo neste período forte do cristianismo, Paixão, morte e ressurreição, à plenitude da glória de Deus para vossa vida. Nada irá se comparar a glória que nos espera na pátria celeste. Posso dizer, “quero viver tua palavra, mesmo que tudo venha perder, pois sei que terei mais lá no céu, terei muito mais lá no céu".
    O Cristo Jesus seja a verdadeira alegria do vosso coração e que nada possa nos afastar do seu amor. A igreja cristã vive um tempo belíssimo dentro da liturgia, é recordar a páscoa do Senhor, ou seja, a passagem da paixão, morte e ressurreição no nosso Senhor Jesus Cristo, (semana santa).
    A páscoa é um  festa litúrgica muito antiga, antes mesmo de Jesus instituir e viver com os seus discípulos na quinta-feira santa, no lava-pés, já se fazia a páscoa no período do Velho Testamento. E a primeira páscoa que realizou na história da salvação, foi quando  Deus mandou sinalizar com a cruz as portas dos Hebreus com sangue do cordeiro, pois naquela noite, o mal atingiria as casas daqueles que estivessem sem o sinal. Esse sinal foi dado ao povo escolhido de Deus, para  revelar seu amor a toda a nação. A 2º páscoa ocorreu no Egito, quando o povo de Deus estava escravizado, e Moisés foi libertá-lo. Antes de sair das garras do Faraó, Deus pediu que fizesse uma páscoa com sinal de agradecimento e enaltecimento ao Senhor, pois ele firmava uma aliança eterna de fidelidade com esse.
    A 3º páscoa ocorreu de fato no novo Testamento, com Jesus e seus discípulos, na quinta-feira santa, antes de ser entregue para ser morto no madeiro. Essa páscoa simboliza a grandeza do Cristo e sua permanente existência no meio de nós. Pois Ele deixou seu corpo e seu sangue para todos aqueles que comerem e beberem  e terá a vida eterna. E 4º páscoa podemos dizer que acontece e se atualiza hoje na igreja, todas as vezes que participamos da missa e comungamos do Corpo e Sangue de Cristo transubstancializado do pão e do vinho, o próprio Jesus Cristo, a nos fazer pertença ao reino dos céus.
    Meus amados e queridos irmãos em Cristo, essa festa da páscoa é a mais significativa da nossa igreja católica. Porque, relembra a passagem da Sua morte para vida, e somos gratos e felizes pois em Cristo somos mais que vencedores e,  tudo podes naquele que fortalece. 
    Portanto, desejo uma semana santa de profunda experiência com Deus, motivando seu coração a está cada vez mais perto Dele, que é o mesmo de ontem, hoje e sempre.    

    segunda-feira, 18 de abril de 2011

    Amizade, Linda mensagem


    Aprendi....que ninguém 
    é perfeito enquanto não se apaixona. 

    Aprendi....que a vida é dura 
    mas eu sou mais que ela!! 


    Aprendi que...as oportunidades nunca se perdem 

    aquelas que desperdiças... alguém as aproveita 

    Aprendi que... quando te importas com rancores e amarguras a felicidade vai para outra parte. 



    Aprendi que... devemos sempre dar palavras boas... porque amanhã nunca se sabe 
    as que temos que ouvir. 



    Aprendi que...um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto. 
    Aprendi que... não posso escolher como me sinto... mas posso sempre fazer alguma coisa. 



    Aprendi que...quando o teu filho recém-nascido 
    segura o teu dedo na sua mão tenta prendê-lo para toda a vida


    Aprendi que...todos, todos querem viver no topo da montanha... mas toda a felicidade está durante a subida. 



    Aprendi que... temos que aproveitar da viagem 
    e não apenas pensar na chegada. 



    Aprendi que...o melhor é dar conselhos só em duas circunstâncias... quando são pedidos e 
    quando deles depende a vida. 

    Aprendi que...quanto menos tempo se desperdiça... 
    mais coisas posso fazer.

    Autor: anônimo

    quinta-feira, 14 de abril de 2011

     SE MESMO QUE O HOMEM NÃO TIVESSE PECADO, DEUS TER-SE-IA ENCARNADO?
     
    O entendimento de S. Agostinho é Não. O homem precisou pecar para Deus se encarnar. Agostinho diz:. O Filho do homem veio buscar e salvar o que tinha perecido: Logo, se o homem não tivesse pecado, o Filho do homem não teria vindo. Jesus Cristo veio para este mundo para salvar os pecadores.  Nenhuma outra coisa houve da vinda de Cristo a este mundo senão salvar os pecadores. Logo, para Agostinho se o homem não tivesse pecado, Deus não teria se encarnado. (Suma teológica 3º parte. Art. III)
    Embora, S. Tomás de Aquino dê assentimento ao pensamento de Agostinho, contudo aprofunda. S. Tomás concorda que sem o pecado do homem Deus não teria encarnado e manifestado seu imenso amor para com a humanidade, manifestado na cruz. Todavia, o pecado do homem não condicionou, ou limitou Deus agir dessa forma, pois Ele é soberano e onipotente pode realizar qualquer coisa. Portanto, sim e não. Para Tomás de Aquino a encarnação: “pois, as obras puramente voluntárias de Deus, sem haver nenhum débito para com a criatura, nós não a podemos conhecer, senão enquanto manifestada pela Sagrada Escritura, que nos torna conhecida a vontade divina. (...) mais convenientemente se diz segundo a Escritura Sagrada sobre a obra da encarnação foi ordenada por Deus como remédio do pecado, de modo que, se o pecado não existisse, a Encarnação não teria lugar. Embora por aí não fique limitado o poder de Deus; pois, Deus teria podido encarnar-se mesmo sem ter existido o pecado. Pois Ele é onipontente”.(Idem 3º parte. Art. III)
    Em suma, não é possível colocar uma limitação em Deus por causa do pecado do gênero humano, ou seja, com o pensamento de que Cristo se encarnou tão somente por causa do pecado, dá-se a entender que Deus é  limitado, condicionado e restrito ao pecado, não havendo outra possibilidade de reatar a união do homem a Deus por causa do pecado. Por outro lado, Deus usa a encarnação para um ato de comunicação real de amor para a pessoa humana: "Ele tinha a condição divina, mas não se apegou à sua igualdade com Deus. Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo... humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente ate a morte, a morte de cruz!" (Fl 2,6-11). E assim, unindo a realidade corpórea semelhante ao homem, exceto no pecado, para que possa a partir disso, o homem retomar a sua divinização perdida no pecado. Ou seja, Cristo refaz no homem o projeto de amor, ou seja, a “imagem e semelhança” com o divino, dessa forma objetivando a salvação da humanidade.
    Assim, a encarnação foi posta como necessidade a partir do pecado do gênero humano, mas não necessária, absoluta e determinada para Deus, pois pode tudo, e poderia se encarnar como aprouvesse.
                

    terça-feira, 12 de abril de 2011

    Análise existencial!!!

    Está na sala de aula atuando como professor de sociologia nas escolas de ensino médio: relatao pessoal de uma aula da disciplina estágio supervisonado. Estou com uma disciplina no curso de sociologia, que aparentemente seria muito fácil, imaginei seria muito tranqüilo, em virtude de está em uma turma especial, abertas apenas para alunos remanescentes, com cinco (05) alunos apenas. Ainda mais com a alegação do professor apresentar cheios de ocupações: coordenação do curso de pedagogia, aulas na graduação, pós-graduação, oreintandos de mestrado, pibic, doutorado, enfim, opa, pensei, um curso tranqüilo. Não vai exigir muito. Que nada, pois até momento estou muito enganado. Pois o professor é muito experiente, capacitado e inteligente, nos proporcionou trabalhos práticos bastante árduos. Uma pesquisa em uma determinada escola para levantamento como todo da instituição.
    O professor é muito bom. Sua metodologia para disciplina estágio supervisionado II, compete a entrega de relatórios e discussões da própria produção dos textos. Logo a aula só terá prosseguimento com aquilo que tivermos entregues. No nosso caso, uma escola pública que nela exista aula de sociologia no ensino médio.
    De fato, esse curso, estágio supervisionado II, é muito inusitada e interessante, porém nada fácil para obter a aprovação. Mas como estudante, e como ser humano sempre procuramos as coisas mais fáceis e simplificadas, pois temos a falsa ilusão que são as melhores e mais inteligentes. Pois nossa cultura nos impõe o jeitinho brasileiro, de ganhar as coisas com facilidades.
    Contudo, precisamos nos colocar no processo com seriedade e responsabilidade, afastando as possíveis apatia, negligência, desinteresses aos trabalhos inseridos. É preciso fazer bem todas as coisas com as quais nos competem fazer, e fazê-las muito bem. E assim, ponto para professor. Hoje memso me fez uma cobrança.
    As justificativas para revelar a ineficiência ou negligência não são interessantes. Mas vale a dedicação e esforço de buscar trabalhar para realizar com êxito, perfeição e satisfação.
    Então, por que da investigação, pesquisa de uma disciplina cunhada com sociologia no ensino médio? Será apenas mais trabalho para os alunos? e muito pouco construtivo pois a disciplina é muito chata? Será mesmo? 
    Os sociólogos e professores dessa disciplina tem um papel social muito importante na sociedade. É essencial um contribuição para o processo humanitário e intelectual dos jovens e adolescentes dno tempo vigente. Não ser apenas mais um professor inserido na grade curricular da escola, tendo como meta, o econômico, mas a função social de boas condutas, comportamentos éticos, morais, capacidade cognitiva de pensar crítico e construtivo, a ponto de construir relações sociais estáveis, autênticas, verdadeiras.
    Na sociologia é preciso entender que a sociedade constrói socialmente e não é algo naturalizado, definido e fechado, mas está em constante e contínua mudança.
    Façamos a diferença!!!! Estudar e capacitar para então responder com seriedade os desfios que nos são propostos.

    domingo, 10 de abril de 2011

    Quem está com o Cristo, morrerá? ou viverá?

    Eu sou a ressurreição e a vida

    Bem, amados irmãos... Conclui-se mais um tempo quaresmal, e neste 5º domingo, o evangelho é sobre a ressurreição e vida. O irmão Lázaro morreu, e o seu amigo, Jesus, comovido interiormente O ressuscita. Que beleza de evangelho. Que podemos tirar de proveitoso para nós neste início de semana que se aproxima? Sem dúvida, a esperança e  beleza que é a vida. 
    A quaresma sem dúvida encerra-se neste domingo com este evangelho, mas o propósito e sentido quaresmal, não, pois a mudança e conversão de vida precisa ser todo dia. E como tal, espera-se a semana santa, que tem seu centro: Paixão, morte e ressurreição, certo queridos!!!.
    O que nos exigiu esse tempo quaresmal? nada mais, que um coração contrito e arrependido para anunciar, celebrar e comprometer com o Cristo.
    Quaresma é disposição do coração para mudar de vida, e com o Cristo celebrar uma vida nova: amor, perdão, fraternidade, reconciliação, isso que faz coração sadio e equilibrado.
    Mas quanto o evangelho deste domingo: "Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim,mesmo que morra terá a vida eterna". E, essa frase nos questiona profundamente, pois quem vive com o Cristo, crendo em sua palavra, não morrerá jamais, pois seu espírito está na glória dos céus. E essa glória é o Jesus, que um dia nos convida para está com Ele na Jerusalém celeste eternamente. Lembremos agora da chacina do Rio de Janeiro, na escola com 13 mortes. Momento de silêncio!!!.
    Portanto amados, diante das situações e tempestades da vida, não podemos nos desconcertar pelo desânimo ou sofrimento, mas acreditar que a morte não é o fim, mas o começo de uma vida eterna com o autor Supremo da vida, (Deus). A beleza do cristianismo consiste além da crença viva em Jesus, que sendo Deus se fez Homem. E para nós trás a esperança. E por ela, as tempestades existenciais da vida serão dissipadas e iluminadas com sua palavra de verdade, amor e ressurreição.
    Portanto, a maior palavra que deve ecoar em nossa vida é: Cristo tu és a ressurreição e a vida e não preciso temer, pois mesmo morrendo sei que não é meu fim, mas terei a certeza plena que viverei eternamente na Sua Palavra.

    quarta-feira, 6 de abril de 2011

    Deixe sua opinião e vote na enquete

    Qual sua opinião sobre a encarnação de Jesus: Foi necessário Jesus Cristo encarnar para que houvesse salvação? Por que Ele fez isto? Deixe seu comentário e responda a enquete. Nosso entendimento sobre a encarnação nos faz entender o quê?
    Essa é uma pergunta lançada por um dos maiores teológo, você também tem uma teologia, deixe e arisque sua opinar. Pois Deus nos deu a capacidade intelectiva e o  Espírito em nosso coração que Clama Aba -Pai, ou seja paizinho.

    leia a bibilia

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