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1. O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS. : DIGA SIM TODO DIA AO AMOR DE DEUS

Biblia catolica

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Brasil é 3º país onde mais se crê em Deus

O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em 'Deus ou em um ser supremo' em uma pesquisa conduzida em 23 países.

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados 'definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza'.
O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.
Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% 'simplesmente não sabem'.
Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas 'não especificamente em um paraíso ou inferno', 19% acreditam 'que a pessoa vai para o paraíso ou inferno', outros 7% acreditam que 'basicamente na reencarnação' e 2% acreditam 'no paraíso, mas não no inferno'.
Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.
Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam 'basicamente na reencarnação', com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.
Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.
Criação X evolução
As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.
Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.
Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.
Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.
Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.
Descrentes e indecisos
Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em 'Deus, deuses, ser ou seres supremos'.
No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.
A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo 'às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos'.
Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.
globo.com
Segunda, 25 de Abril de 2011 - 14h29

    Jesus Ressuscitou

    CRISTO RESSUSCITOU!!! ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!!! Verdadeiramente, sim, Ele ressuscitou. O que significa esse tão grande ato. Primeiramente é mistério, as palavras são incapazes de traduzir e transmitir na sua totalidade, pois é uma graça muito grande e significado muito profundo que não tenho palavras para lhes passar, mas tão somente dizer que essa festa pascal ocorrida dentro do cristianismo é a maior das festas. Deus Pai, Ele  todo poderoso ressuscitou seu Filho da mansão dos mortos. Não o lugar específico como o papa Bento XVI bem disse, mas um estado de espírito, o qual o Cristo se colocou para anunciar a boa nova a todos aqueles que morreram no passado e salvar a todos nós.
    Quero lhes dizer, que ainda estamos em festas, a páscoa não terminou, temos 50 dia até a chegada do Pentecostes, a efusão do Espírito Santo sobre os apóstolos; Esse Jesus que deseja habitar e morar dentro da nossa casa, ou seja, no coração.
    Não viva desanimado, triste, acabrunhado, nosso Deus está vivo. Aleluia, Aleleuia, Aleluia!!!
    Deus te ama.

    sexta-feira, 22 de abril de 2011

    PAPA RESPONDE PERGUNTAS EM PROGRAMA DE TELEVISÃO



    Pela primeira vez, na emissora italiana ‘RaiUno’

    Por Aline Banchieri
    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 22 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Quem não gostaria de conversar alguns minutos com o Papa e expressar-lhe as inquietudes do seu coração? Hoje, algumas pessoas – selecionadas entre mais de duas mil – tiveram esta oportunidade e fizeram várias perguntas a Bento XVI.

    A emissora de televisão italiana ‘RaiUno’ convidou o Santo Padre para participar de um de seus programas, “A sua immagine” (“À sua imagem”), respondendo a perguntas dos telespectadores. O programa foi ao ar nesta Sexta-Feira Santa e os principais temas abordados foram o sofrimento, a perseguição dos cristãos, a paz e a paixão, morte e ressurreição de Jesus.
    A primeira pergunta foi feita por uma menina japonesa de 7 anos que, diante do terror vivido em seu país devido aos terremotos, disse ao Papa: “Tenho muito medo, porque a casa na qual eu me sentia segura tremeu muito e porque muitas crianças da minha idade morreram. (...) Por que tenho de passar por tanto medo? Por que as crianças têm de sofrer tanta tristeza?”.
    Bento XVI reconheceu que “não temos uma resposta, mas sabemos que Jesus sofreu como vocês, inocentes”, e recomendou: “Neste momento, parece-me importante que saibam que ‘Deus me ama’, ainda que pareça que Ele não me conhece”.
    Recordando também a solidariedade e a ajuda oferecida por pessoas do mundo inteiro, o Santo Padre lembrou que “um dia, eu compreenderei que este sofrimento não era uma coisa vazia, não era inútil, mas que, por trás do sofrimento, há um projeto bom, um projeto de amor. Não é por acaso”.
    A segunda pergunta foi feita por uma mulher italiana cujo filho está em estado vegetativo há um ano: “Santidade, a alma do meu filho abandonou seu corpo - visto que ele está totalmente inconsciente - ou ainda está nele?”. O Papa respondeu que a alma ainda está presente no corpo e fez uma comparação: “A situação é semelhante à de um violão que tem as cordas quebradas e que não pode ser tocado: assim também o instrumento do corpo é frágil, vulnerável, e a alma não pode tocar, por assim dizer, mas continua presente”.
    “Sua presença, queridos pais, é um testemunho de fé em Deus, de fé no homem, de compromisso a favor da vida, de respeito pela vida humana, inclusive nas situações mais trágicas”, recordou.

    Um grupo de jovens de Bagdá se dirigiu a Bento XVI para falar sobre a perseguição dos cristãos no Iraque: “De que maneira podemos ajudar nossa comunidade cristã, para que reconsidere o desejo de emigrar a outros países, convencendo-a de que ir embora não é a única solução?”. Renovando seu apoio aos cristãos e muçulmanos do país, o Santo Padre afirmou que o verdadeiro problema é que “a sociedade está profundamente dividida, lacerada” e que é preciso “reconstruir esta consciência de que, na diversidade, todos têm uma história comum, uma comum determinação”.

    Também uma mulher muçulmana, da Costa do Marfim, falou da situação política do seu país, que está causando divisão entre cristãos e muçulmanos, e perguntou: “O senhor, como embaixador de Jesus, o que aconselharia ao nosso país?”. O Papa recordou a importância de orar pela população e mencionou ações concretas da Santa Sé: “Pedi ao cardeal Tuckson, que é presidente do nosso Conselho Justiça e Paz, que vá à Costa do Marfim e tente mediar, falar com os diversos grupos, com diferentes pessoas, para facilitar um novo começo”. E lembrou da necessidade de ouvir a voz de Jesus, “em quem vocês também acreditam como profeta. Ele era sempre o homem da paz”.
    “O único caminho é a renúncia à violência, recomeçar o diálogo, as tentativas de encontrar juntos a paz, uma nova atenção de uns aos outros, a nova disponibilidade a abrir-se uns aos outros. E esta, querida senhora, é a verdadeira mensagem de Jesus: busquem a paz com os meios da paz e abandonem a violência”, afirmou.
    A seguinte pergunta veio da Itália: “O que Jesus fez no lapso de tempo entre a morte e a ressurreição? E, já que no Credo se diz que Jesus, depois da morte, desceu ao inferno, podemos pensar que isso é algo que acontecerá conosco também, depois da morte, antes de ascender ao céu?”.
    O Papa Ratzinger explicou que “este descenso da alma de Jesus não deve ser imaginado como uma viagem geográfica, local, de um continente a outro. É uma viagem da alma. É preciso levar em consideração que a alma de Jesus sempre toca o Pai, está sempre em contato com o Pai, mas, ao mesmo tempo, esta alma humana se estende até os últimos confins do ser humano. Neste sentido, desce às profundezas, vai até os perdidos, dirige-se a todos aqueles que não alcançaram a meta das suas vidas”.
    “Esta palavra da descida do Senhor aos infernos significa, sobretudo, que Jesus alcança também o passado; que a eficácia da redenção não começa no ano zero ou no ano trinta, mas que chega ao passado, abrange o passado, todas as pessoas de todos os tempos”, acrescentou.

    Com relação ao destino da alma humana, afirmou que “nossa vida é diferente: o Senhor já nos redimiu e nos apresentaremos ao Juiz, depois da nossa morte, sob o olhar de Jesus, e este olhar em parte será purificador; acho que todos nós, em maior ou medida, precisaremos ser purificados”.

    Outra pergunta, vinda da Itália, também tratou do tema da ressurreição de Jesus: “O fato que de seu corpo ressuscitado não tenha as mesmas características de antes, o que significa? O que significa, exatamente, ‘corpo glorioso’? E a ressurreição, será assim também para nós?”.
    “Naturalmente – disse Bento XVI –, não podemos definir o corpo glorioso, porque esta além da nossa experiência. Só podemos interpretar alguns dos sinais que Jesus nos deu para entender, ao menos um pouco, para onde esta realidade aponta.” Entre esses sinais, o Pontífice mencionou o sepulcro vazio, que indica que Jesus não abandonou seu corpo à corrupção: “Jesus assumiu também a matéria, razão pela qual a matéria também está destinada à eternidade”. Acrescentou que Cristo “assumiu esta matéria em uma nova forma de vida: Jesus não morre mais, ou seja, está muito além das leis da biologia, da física, porque os submetidos a elas morrem. (...) É uma vida nova, que já não está sujeita à morte, e essa é a nossa grande promessa”.
    O Papa recordou que, na Eucaristia, Cristo nos dá seu corpo glorioso: “Assim, já estamos em contato com esta nova vida, este novo tipo de vida, já que Ele entrou em mim, e eu saí de mim e me estendo até uma nova dimensão da vida. Acho que este aspecto da promessa, da realidade de que Ele se entrega a mim e me faz sair de mim mesmo e me eleva, é a questão mais importante: não se trata de decifrar coisas que não podemos entender, mas de encaminhar-nos rumo à novidade que começa, sempre, de novo, na Eucaristia”.
    A última pergunta foi sobre as palavras dirigidas por Jesus a Maria e a João aos pés da cruz: “Eis aqui o teu filho”, “Eis aqui a tua mãe” - que Bento XVI definiu, em seu último livro, como “uma disposição final de Jesus”. “Como devemos entender estas palavras? Que significado tinham naquele momento e que significado têm hoje em dia?”

    O Santo Padre respondeu que “estas palavras de Jesus são, antes de mais nada, um ato muito humano. Vemos Jesus como um homem verdadeiro que leva a cabo um gesto de verdadeiro homem: um ato de amor por sua mãe, confiando-a ao jovem João, para que estivesse segura”. Por outro lado, explica que, “certamente, este gesto tem várias dimensões, não diz respeito apenas a esse momento: concerne a toda a história. Em João, Jesus confia todos nós, toda a Igreja, todos os futuros discípulos, à sua Mãe, e sua Mãe a nós”.

    Além disso, acrescentou, “a Mãe é também expressão da Igreja. Não podemos ser cristãos sozinhos, com um cristianismo construído segundo as minhas ideias. A Mãe é imagem da Igreja, da Mãe Igreja e, confiando-nos a Maria, também temos de confiar-nos à Igreja, viver a Igreja, ser Igreja com Maria”.
    O programa “A sua imagem” durou cerca de uma hora e meia e Bento XVI acompanhou sua emissão da sua biblioteca, no Palácio Apostólico vaticano.

    quarta-feira, 20 de abril de 2011

    SEMANA SANTA: O AMOR GESTO MAIOR




    Falar sobre a semana santa. Depois de desejar abençoada semana santa a todos os internautas e  blogueiros que visita o blog EFFATA,  quero expressar  a grandeza da mesma.
    Uma semana que se resume  unicamente no amor incondicional de Jesus para com a humanidade. Pois, Deus nos amou tanto que deu seu Filho unigênito para que todos aqueles que creiam Nele não pereça, mas tenha a vida eterna. Diz também,  que éramos pecadores  e Ele nos amou , não se prevaleceu sua condição divina , humilhou-se até morte, e foi pregado numa cruz.
    A imagem da  encenação de Jesus,  paixão e morte não é um  espetáculo inverídico,  ficção, simbologia do acaso, mas foi de fato, muito real. A prova disso, é que depois de 2000 mil anos de história  revivemos de modo confiante, comovente,  emocionante  a história do Filho de Deus,encarnou na história e se tornou um de nós, exceto no pecado. Levou-nos a acreditar no amor. Pois Ele disse:  é preciso que o grão de mostarda morra, para que produza furtos, e como também, foi dito: quando o Filho do homem for levantado irá atrair todos para Si. E de fato, é uma atração muito forte que nos toca a ponto de está e viver inteiramente para Ele.
             Esse amor constitui primeiramente em Deus por  nos ter amado  primeiro, pois mesmo ainda pecadores,deu seu sangue  para nos libertar das trevas do pecado. E com isso, trazemos uma dívida impagável, a qual nos impulsiona apenas a fazer o mesmo, AMAR... e nunca desanimar. E esse amor, aparece mais real, quando nos postamos para com o irmão. Deus é amor, nos diz, São João na epístola capítulo, mas quem diz que ama Deus mas não ama seu irmão é mentiroso, pois se não ama o irmão que vê, como pode amar a Deus que não  Vê. Logo é mentiroso e fingido.

    Portanto, amados em Cristo, a semana santa precisa produzir em nós um amor intenso e abrasador pelo Cristo, pois Ele é quem nos ama por primeiro e nosso coração de fato só estará em paz, quando repousar no Cristo. Nele que é a origem e fonte de tudo.

    PASSAGEM DA MORTE PARA VIDA



     Saudação aos meus queridos internautas que estão conectados na rede de comunicação. É com alegria que vos desejo neste período forte do cristianismo, Paixão, morte e ressurreição, à plenitude da glória de Deus para vossa vida. Nada irá se comparar a glória que nos espera na pátria celeste. Posso dizer, “quero viver tua palavra, mesmo que tudo venha perder, pois sei que terei mais lá no céu, terei muito mais lá no céu".
    O Cristo Jesus seja a verdadeira alegria do vosso coração e que nada possa nos afastar do seu amor. A igreja cristã vive um tempo belíssimo dentro da liturgia, é recordar a páscoa do Senhor, ou seja, a passagem da paixão, morte e ressurreição no nosso Senhor Jesus Cristo, (semana santa).
    A páscoa é um  festa litúrgica muito antiga, antes mesmo de Jesus instituir e viver com os seus discípulos na quinta-feira santa, no lava-pés, já se fazia a páscoa no período do Velho Testamento. E a primeira páscoa que realizou na história da salvação, foi quando  Deus mandou sinalizar com a cruz as portas dos Hebreus com sangue do cordeiro, pois naquela noite, o mal atingiria as casas daqueles que estivessem sem o sinal. Esse sinal foi dado ao povo escolhido de Deus, para  revelar seu amor a toda a nação. A 2º páscoa ocorreu no Egito, quando o povo de Deus estava escravizado, e Moisés foi libertá-lo. Antes de sair das garras do Faraó, Deus pediu que fizesse uma páscoa com sinal de agradecimento e enaltecimento ao Senhor, pois ele firmava uma aliança eterna de fidelidade com esse.
    A 3º páscoa ocorreu de fato no novo Testamento, com Jesus e seus discípulos, na quinta-feira santa, antes de ser entregue para ser morto no madeiro. Essa páscoa simboliza a grandeza do Cristo e sua permanente existência no meio de nós. Pois Ele deixou seu corpo e seu sangue para todos aqueles que comerem e beberem  e terá a vida eterna. E 4º páscoa podemos dizer que acontece e se atualiza hoje na igreja, todas as vezes que participamos da missa e comungamos do Corpo e Sangue de Cristo transubstancializado do pão e do vinho, o próprio Jesus Cristo, a nos fazer pertença ao reino dos céus.
    Meus amados e queridos irmãos em Cristo, essa festa da páscoa é a mais significativa da nossa igreja católica. Porque, relembra a passagem da Sua morte para vida, e somos gratos e felizes pois em Cristo somos mais que vencedores e,  tudo podes naquele que fortalece. 
    Portanto, desejo uma semana santa de profunda experiência com Deus, motivando seu coração a está cada vez mais perto Dele, que é o mesmo de ontem, hoje e sempre.    

    segunda-feira, 18 de abril de 2011

    Amizade, Linda mensagem


    Aprendi....que ninguém 
    é perfeito enquanto não se apaixona. 

    Aprendi....que a vida é dura 
    mas eu sou mais que ela!! 


    Aprendi que...as oportunidades nunca se perdem 

    aquelas que desperdiças... alguém as aproveita 

    Aprendi que... quando te importas com rancores e amarguras a felicidade vai para outra parte. 



    Aprendi que... devemos sempre dar palavras boas... porque amanhã nunca se sabe 
    as que temos que ouvir. 



    Aprendi que...um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto. 
    Aprendi que... não posso escolher como me sinto... mas posso sempre fazer alguma coisa. 



    Aprendi que...quando o teu filho recém-nascido 
    segura o teu dedo na sua mão tenta prendê-lo para toda a vida


    Aprendi que...todos, todos querem viver no topo da montanha... mas toda a felicidade está durante a subida. 



    Aprendi que... temos que aproveitar da viagem 
    e não apenas pensar na chegada. 



    Aprendi que...o melhor é dar conselhos só em duas circunstâncias... quando são pedidos e 
    quando deles depende a vida. 

    Aprendi que...quanto menos tempo se desperdiça... 
    mais coisas posso fazer.

    Autor: anônimo

    quinta-feira, 14 de abril de 2011

     SE MESMO QUE O HOMEM NÃO TIVESSE PECADO, DEUS TER-SE-IA ENCARNADO?
     
    O entendimento de S. Agostinho é Não. O homem precisou pecar para Deus se encarnar. Agostinho diz:. O Filho do homem veio buscar e salvar o que tinha perecido: Logo, se o homem não tivesse pecado, o Filho do homem não teria vindo. Jesus Cristo veio para este mundo para salvar os pecadores.  Nenhuma outra coisa houve da vinda de Cristo a este mundo senão salvar os pecadores. Logo, para Agostinho se o homem não tivesse pecado, Deus não teria se encarnado. (Suma teológica 3º parte. Art. III)
    Embora, S. Tomás de Aquino dê assentimento ao pensamento de Agostinho, contudo aprofunda. S. Tomás concorda que sem o pecado do homem Deus não teria encarnado e manifestado seu imenso amor para com a humanidade, manifestado na cruz. Todavia, o pecado do homem não condicionou, ou limitou Deus agir dessa forma, pois Ele é soberano e onipotente pode realizar qualquer coisa. Portanto, sim e não. Para Tomás de Aquino a encarnação: “pois, as obras puramente voluntárias de Deus, sem haver nenhum débito para com a criatura, nós não a podemos conhecer, senão enquanto manifestada pela Sagrada Escritura, que nos torna conhecida a vontade divina. (...) mais convenientemente se diz segundo a Escritura Sagrada sobre a obra da encarnação foi ordenada por Deus como remédio do pecado, de modo que, se o pecado não existisse, a Encarnação não teria lugar. Embora por aí não fique limitado o poder de Deus; pois, Deus teria podido encarnar-se mesmo sem ter existido o pecado. Pois Ele é onipontente”.(Idem 3º parte. Art. III)
    Em suma, não é possível colocar uma limitação em Deus por causa do pecado do gênero humano, ou seja, com o pensamento de que Cristo se encarnou tão somente por causa do pecado, dá-se a entender que Deus é  limitado, condicionado e restrito ao pecado, não havendo outra possibilidade de reatar a união do homem a Deus por causa do pecado. Por outro lado, Deus usa a encarnação para um ato de comunicação real de amor para a pessoa humana: "Ele tinha a condição divina, mas não se apegou à sua igualdade com Deus. Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo... humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente ate a morte, a morte de cruz!" (Fl 2,6-11). E assim, unindo a realidade corpórea semelhante ao homem, exceto no pecado, para que possa a partir disso, o homem retomar a sua divinização perdida no pecado. Ou seja, Cristo refaz no homem o projeto de amor, ou seja, a “imagem e semelhança” com o divino, dessa forma objetivando a salvação da humanidade.
    Assim, a encarnação foi posta como necessidade a partir do pecado do gênero humano, mas não necessária, absoluta e determinada para Deus, pois pode tudo, e poderia se encarnar como aprouvesse.
                

    terça-feira, 12 de abril de 2011

    Análise existencial!!!

    Está na sala de aula atuando como professor de sociologia nas escolas de ensino médio: relatao pessoal de uma aula da disciplina estágio supervisonado. Estou com uma disciplina no curso de sociologia, que aparentemente seria muito fácil, imaginei seria muito tranqüilo, em virtude de está em uma turma especial, abertas apenas para alunos remanescentes, com cinco (05) alunos apenas. Ainda mais com a alegação do professor apresentar cheios de ocupações: coordenação do curso de pedagogia, aulas na graduação, pós-graduação, oreintandos de mestrado, pibic, doutorado, enfim, opa, pensei, um curso tranqüilo. Não vai exigir muito. Que nada, pois até momento estou muito enganado. Pois o professor é muito experiente, capacitado e inteligente, nos proporcionou trabalhos práticos bastante árduos. Uma pesquisa em uma determinada escola para levantamento como todo da instituição.
    O professor é muito bom. Sua metodologia para disciplina estágio supervisionado II, compete a entrega de relatórios e discussões da própria produção dos textos. Logo a aula só terá prosseguimento com aquilo que tivermos entregues. No nosso caso, uma escola pública que nela exista aula de sociologia no ensino médio.
    De fato, esse curso, estágio supervisionado II, é muito inusitada e interessante, porém nada fácil para obter a aprovação. Mas como estudante, e como ser humano sempre procuramos as coisas mais fáceis e simplificadas, pois temos a falsa ilusão que são as melhores e mais inteligentes. Pois nossa cultura nos impõe o jeitinho brasileiro, de ganhar as coisas com facilidades.
    Contudo, precisamos nos colocar no processo com seriedade e responsabilidade, afastando as possíveis apatia, negligência, desinteresses aos trabalhos inseridos. É preciso fazer bem todas as coisas com as quais nos competem fazer, e fazê-las muito bem. E assim, ponto para professor. Hoje memso me fez uma cobrança.
    As justificativas para revelar a ineficiência ou negligência não são interessantes. Mas vale a dedicação e esforço de buscar trabalhar para realizar com êxito, perfeição e satisfação.
    Então, por que da investigação, pesquisa de uma disciplina cunhada com sociologia no ensino médio? Será apenas mais trabalho para os alunos? e muito pouco construtivo pois a disciplina é muito chata? Será mesmo? 
    Os sociólogos e professores dessa disciplina tem um papel social muito importante na sociedade. É essencial um contribuição para o processo humanitário e intelectual dos jovens e adolescentes dno tempo vigente. Não ser apenas mais um professor inserido na grade curricular da escola, tendo como meta, o econômico, mas a função social de boas condutas, comportamentos éticos, morais, capacidade cognitiva de pensar crítico e construtivo, a ponto de construir relações sociais estáveis, autênticas, verdadeiras.
    Na sociologia é preciso entender que a sociedade constrói socialmente e não é algo naturalizado, definido e fechado, mas está em constante e contínua mudança.
    Façamos a diferença!!!! Estudar e capacitar para então responder com seriedade os desfios que nos são propostos.

    domingo, 10 de abril de 2011

    Quem está com o Cristo, morrerá? ou viverá?

    Eu sou a ressurreição e a vida

    Bem, amados irmãos... Conclui-se mais um tempo quaresmal, e neste 5º domingo, o evangelho é sobre a ressurreição e vida. O irmão Lázaro morreu, e o seu amigo, Jesus, comovido interiormente O ressuscita. Que beleza de evangelho. Que podemos tirar de proveitoso para nós neste início de semana que se aproxima? Sem dúvida, a esperança e  beleza que é a vida. 
    A quaresma sem dúvida encerra-se neste domingo com este evangelho, mas o propósito e sentido quaresmal, não, pois a mudança e conversão de vida precisa ser todo dia. E como tal, espera-se a semana santa, que tem seu centro: Paixão, morte e ressurreição, certo queridos!!!.
    O que nos exigiu esse tempo quaresmal? nada mais, que um coração contrito e arrependido para anunciar, celebrar e comprometer com o Cristo.
    Quaresma é disposição do coração para mudar de vida, e com o Cristo celebrar uma vida nova: amor, perdão, fraternidade, reconciliação, isso que faz coração sadio e equilibrado.
    Mas quanto o evangelho deste domingo: "Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim,mesmo que morra terá a vida eterna". E, essa frase nos questiona profundamente, pois quem vive com o Cristo, crendo em sua palavra, não morrerá jamais, pois seu espírito está na glória dos céus. E essa glória é o Jesus, que um dia nos convida para está com Ele na Jerusalém celeste eternamente. Lembremos agora da chacina do Rio de Janeiro, na escola com 13 mortes. Momento de silêncio!!!.
    Portanto amados, diante das situações e tempestades da vida, não podemos nos desconcertar pelo desânimo ou sofrimento, mas acreditar que a morte não é o fim, mas o começo de uma vida eterna com o autor Supremo da vida, (Deus). A beleza do cristianismo consiste além da crença viva em Jesus, que sendo Deus se fez Homem. E para nós trás a esperança. E por ela, as tempestades existenciais da vida serão dissipadas e iluminadas com sua palavra de verdade, amor e ressurreição.
    Portanto, a maior palavra que deve ecoar em nossa vida é: Cristo tu és a ressurreição e a vida e não preciso temer, pois mesmo morrendo sei que não é meu fim, mas terei a certeza plena que viverei eternamente na Sua Palavra.

    quarta-feira, 6 de abril de 2011

    Deixe sua opinião e vote na enquete

    Qual sua opinião sobre a encarnação de Jesus: Foi necessário Jesus Cristo encarnar para que houvesse salvação? Por que Ele fez isto? Deixe seu comentário e responda a enquete. Nosso entendimento sobre a encarnação nos faz entender o quê?
    Essa é uma pergunta lançada por um dos maiores teológo, você também tem uma teologia, deixe e arisque sua opinar. Pois Deus nos deu a capacidade intelectiva e o  Espírito em nosso coração que Clama Aba -Pai, ou seja paizinho.

    terça-feira, 5 de abril de 2011

    Jesus Cristo X Moisés? Quem foi maior?


    Queridos e amados irmãos em Jesus, saudações!!!
    A paz de Cristo reine em vossos corações. Quero neste instante, partilhar convosco a mensagem do papa Bento XVI, contido no livro Jesus de Nazaré. Um dos livros que acentua o Cristo como salvador. Bem sabemos da importância do Messias, Ungido, Jesus homem e Deus que se encarnou na história. Neste livro o papa aborda a dimensão do Cristo que atrai para si discípulos conforme sua vontade. Sua decisão pessoal e livre de escolha, ora ao Pai e chama doze discípulos para permanecer fiel na anunciação da salvação, não centralizando a único povo, Judeus, mas ao contrário universalizando a mensagem do evangelho, pagãos, gentios e etc.
    O papa faz uma relação direta de Jesus Filho de Deus, o maior dos profetas presente no NT (Novo Testamento) e Moisés, maior profeta do AT (Antigo Testamento). Essa relação implica de um lado a libertação de um povo escravizado no Egito, e em Moisés tem-se o legislador, libertador. E em Jesus se dá a libertação da humanidade escravizada no pecado.
    O Cristo Jesus é o maior dos profetas. Nele se consuma a intervenção de Deus na história em favor da humanidade. Jesus Cristo é a imagem visível do Pai invisível. Logo aquele que conhece o Pai, face a face, pois é quem veio do coração de Deus. Assim, livro Jesus de Nazaré faz uma relação entre Moisés e Jesus Cristo. Enquanto Moisés manteve uma relação de proximidade com Deus no monte Sinai. Jesus é o Deus visibilizado em Jesus Cristo.
    Portanto, a relação de Moisés e Jesus se dá na integração e complementação da antiga aliança em Moisés, com a nova aliança em Jesus. Uma não anula a outra mas ao contrário se intercomunicam, interpelam e integram na escolha e vontade de Deus, salvação da humanidade.

    sábado, 2 de abril de 2011

    Vaticano ante a ONU: Opinar contra homossexualidade está dentro da liberdade de expressão

    Representante da Santa Sé ante o Escritório da ONU em Genebra, Dom Silvano Tomasi, recordou ante este organismo que quem ataca os que têm opiniões contrárias ao comportamento homossexual violam o direito das pessoas à liberdade de expressão.
    pptomasi300311O Arcebispo interveio durante a discussão do item 8, “Orientação sexual”, na XVI sessão do Conselho dos Direitos humanos, e mostrou sua preocupação ante a “alarmante tendência” de “atacar pessoas por tomar posições de não apoiar as condutas sexuais entre pessoas do mesmo sexo”.
    Dom Tomasi afirmou que a Igreja não justifica em nenhum caso a violência contra ninguém com motivo de suas preferências ou condutas sexuais, mas também advertiu que nas leis internacionais, o termo “orientação sexual” se refere a sentimentos e pensamentos e não a condutas. Por isso, advertiu, não estão justificados os ataques contra aqueles que se opõem a determinadas condutas sexuais, em virtude da liberdade de expressão e de crença.
    “Quando eles expressam suas crenças morais ou suas crenças sobre a natureza humana, que podem ser também expressões de convicções religiosas, ou opiniões do Estado sobre reivindicações científicas, são estigmatizados, ou pior ainda, são desprezados e perseguidos”.
    “A Santa Sé aproveita esta oportunidade para afirmar a dignidade e o valor de todos os seres humanos, e para condenar a violência dirigida contra as pessoas por causa de seus sentimentos e pensamentos sexuais, ou comportamentos sexuais”, acrescentou.
    O Prelado afirmou que está se produzindo uma “confusão desnecessária” sobre o significado do termo “orientação sexual”, que segundo a legislação internacional vigente, refere-se a “sentimentos e pensamentos”, e não a “condutas”.
    “Para os propósitos das leis dos direitos humanos, há uma diferença crítica entre sentimentos e pensamentos, por um lado, e comportamento, pelo outro. Um Estado nunca deveria castigar uma pessoa, ou privá-la do desfrute de nenhum direito humano, apoiando-se apenas nos sentimentos ou nos pensamentos desta pessoa, incluindo os sexuais”.
    Entretanto, os Estados “podem, e devem, regular os comportamentos, incluindo vários comportamentos sexuais. Em todo mundo há um consenso entre as sociedades de que certos tipos de comportamentos sexuais devem ser proibidos por lei. A pedofilia e o incesto são dois exemplos”.
    Por sua parte, afirmou, a Santa Sé “deseja afirmar sua crença profundamente sustentada de que a sexualidade humana é um dom que se expressa de modo genuíno na entrega completa e para toda a vida de um homem e uma mulher no matrimônio”.“A sexualidade humana, como qualquer atividade voluntária, possui uma dimensão moral: é uma atividade que põe a vontade individual ao serviço de um fim; não é uma ‘identidade’. Em outras palavras, procede da ação e não do ser, inclusive embora algumas tendências ou “orientações sexuais” tenham raízes profundas na personalidade”.
    “Negar a dimensão moral da sexualidade leva a negar a liberdade da pessoa nesta matéria, e escava em última instância sua dignidade ontológica”. Esta crença sobre a natureza humana também é compartilhada por muitas outras comunidades religiosas e por outras pessoas em consciência”, concluiu.


    Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=21483

    quinta-feira, 31 de março de 2011

    AS cruzadas!!!


    Pessoal fiz esse resumo sobre o filme as cruzadas para disciplina de História da Igreja, e vou compartilhar com vocês no blog. 

     O filme as cruzadas se passa no século XII época  em que se constitui um forte domínio da igreja católica. É o período da idade média a qual a Europa estava concentrada pelo domínio cristão. As cruzadas é um filme que retrata bem essa imagem “antropocentrismo” vivenciado neste período. É uma “guerra santa”, ou seja, conforme os pronunciamentos incisivos dos líderes eclesiásticos, sócio- político da época, apregoando uma constituição da vontade de Deus. Combater o mal militarmente contra aqueles que estavam em contínuo expansionismo, isto é, os mulçumanos.
    Uma guerra militar que trazia em seu centro a questão religiosa, política, econômica pois, mediante os ataques de caráter religioso tomada de Jerusalém, estavam outras questões, como domínio de território, expansionismo comercial, político. Mas o acento das cruzadas se deu, sobretudo, pela tomada de Jerusalém no tempo do papa urbano II.
    Todos os cristãos foram convocados para lutar em nome de Deus e defender a cidade de Jerusalém contra os ataques e as forças mulçumanas que estavam alcançando força e crescimento.A luta armada foi travada durante décadas soando a força de guerreiros que lutavam em defesa da cidade “santa”.
    O filme nos traz os personagens importantes que se destacaram nessa disputa sangrenta pela território de Jerusalém, Balian, filho bastardo de Godfrey um Barão de Jerusalém que o procura para integrar ao seu miniexército. Ele por questão da promessa de resgatar sua mulher do inferno para o céu como prêmio para aqueles que integrasse na “guerra santa”. Seu Pai Godfrey morre em uma batalha e o Balian em poucas aulas de espada com o pai consegue vencer um oponente no deserto e vai a Jerusalém e fica popular e acaba amigo do rei-leproso, Baldwin IV, e do conselheiro real, Tiberias, conde de Trípoli, e ainda namora a bela Sybilla, esposa insatisfeita do prepotente Guy de Lusignan.
    Por conseguinte, trava-se o combate entre dois homens estrategistas e guerreiros na guerra Balian e o mulçumano Saladino, isso sucedeu  na segunda cruzada. O rei leproso procura não entrar em guerra mas procura manter um elo de paz e concórdia com Saladino e assim proteger a cidade de Jerusalém, porém com a morte prematura do rei Baldwin IV sua irmã assume o trono e logo, passa a coroa para o conde Guy [de Lusignan]. O conde bastante ambicioso e desejo de elevar seu nome declara e assume uma violenta guerra contra Saladino enquanto Balian permanece protegendo a cidade santa. Após o combate Saladino vence o exercito de Guy e marcha em direção a tomada gloriosa da cidade. Mas sua anulação plena de todos os exércitos cristãos não se torna efetivo porque o cavalheiro Balian a defende com valentia os muros de Jerusalém e força ao rei Saladino a pedir um acordo em vista da proteção e defesa dos cristãos.
    É então, o combate é cessado, o contrato entre os dois guerreiros e comandantes da guerra é firmado, Saladino permite que os cristãos saiam em paz, Balian vai com seu povo para  lugar seguro gente aos exércitos pesados do grande Saladino. 
    Portanto, a história dessa segunda cruzada destacada entre os cristãos e mulçumanos a partir de forças militares que se colocavam em frente de batalha cunhada sobre a vontade de Deus, e motivada por vários aspectos entre o principal a expansão da religião com a tomada da cidade santa, Jerusalém, a partir da visão de salvação eterna. Um guerra que envolveu, sobretudo, questão religiosa, mas também política, econômica entre as regiões que se faziam vizinhos e traziam frente comercial.
    Em suma, todas guerras em sua maioria é efetivado por vários fatores, mas no bojo delas está o expansionismo de terras com objetivo de aumetnar território e assim, dominar e apropriar os recursos dos vizinhos, exemplo a primeira (01) e a segunda (02) guerra mundial, a tomada do Iraque nos tempos modernos pelos Eua, pois tentam mascarar um real objetivo da guerra, mas que no seu fulcro e o exercício da expansão do econômico-político. Como bem nos falava o socialista Karl Marx, o capital e a malha mestra que permeia todos os outros aspectos da sociedade. Marx filósofo, sociólogo, economista alemão do século XIX.   

    quinta-feira, 24 de março de 2011

    Em que acreditar? Qual a instituição dá crédito? O que fez esse STF?

    O (STF) supremo Tribunal Federal está confuso, desorientado desconcertado é? Falando como cidadão, considero que brota de nossa existência uma pitada de indignação, revolta, insatisfação com o processo de cidadania neste país. Onde está a seriedade?, a palavra mantida, sustentada e efetivada? Como pode um tribunal ficar nessa idas e voltas em questões tão sérias para o povo brasileiro. A imagem que passa para a população é de total e plena incompetência ou mesmo corrupção. Que situação!!! está nos decepcionando cada vez mais as “instituições” de nosso país, STF e por quem não do mundo. Em quem confiar? Quem são nossas referencias? Qual o sentido da política, honestidade, amor, justiça? Que realidade escabrosa nos avizinha pelos meios de comunicação, pela relação com o próximo que muitas vezes é nosso inimigo?
    Não estou posicionando a contra  Cássio ou a favor vir assumir o senado,  mas sim, a organização institucional que parece não saber o que está fazendo, porque ora diz uma coisa, assume uma determinação e após diálogos, conchaves, negociações, relações de “apadrinhamento”  interesses próprios refazem suas opiniões, valores, e convicções que  antes se tomava antes de chegar ao poder.
    Os ministros que decidem questões tão sérias não poderiam brincar com a credibilidade da instituição, que por conseqüência acabam contaminando e disseminando por todos os outros segmentos, se é que não está infectado? Prefiro sonhar e acreditar que é possível a vida ética, honesta e justa consigo mesmo e com os outros para não acabar eu mesmo um dia revoltando e permanecendo ascético de tudo e de todos. Mas não quero isso, pois tenho fé e isso que me move a ser diferente. Façamos nossa parte!!!
    Mas ao contrário deixo meu repúdio a essa bagunça que está acontecendo no cenário político do nosso país. O que dizer, o evangelho de terça, nos diz, Fariseus!!! Põe carga pesada para os outros levarem, mas vós mesmos não carregam nada.

    domingo, 20 de março de 2011

    Homossexualidade: Será que vou ser bombardeado?


    Homossexualidade.  Nele, o papa diz que a homossexualidade é injusta, que se opõe à vontade de Deus e é irreconciliável com a vocação sacerdotal. "Como seres humanos, merecem respeito. Mas isso não significa que a homossexualidade seja justa. Segue sendo algo que se opõe à própria essência do que Deus originalmente quis." Também diz que "correria-se um grande risco se o celibato se convertesse em pretexto para fazer entrar no sacerdócio gente que não pode se casar". As declarações foram condenadas pela principal associação de defesa dos direitos dos homossexuais na Itália, a Arcigay. Em nota, ela afirmou que "as palavras humilham milhões de vidas que suportam discriminações diariamente". 

    Salve, salve. O papa declara que a relação entre sacerdócio e homossexualidade é irreconciliável e injusta a vocação sacerdotal. Logo, essa realidade é incompatível com a essência do que Deus originalmente o quis. É algo desumano, antinatural, vulgar e “promíscuo”, pois o ato em si é contrário a lei natural. A relação é muitas vezes fugaz, transitória, e animalesca.
    O homossexual precisa  de respeito, pois é ser humano. São pessoas que muitas delas sofrem com essa condição  qual no momento colocamos como desvio, “contingência”, "patologias" outros tentam dizer, opção alternativa, enfim, mas deve-se ter claro que o ato em si é absolutamente condenável, mas a pessoa em si, não, deve ser valorizada, respeitada, e não agir  preconceituosamente.  “Homossexuais” colocam-se e expõem seus dramas existências e pessoais por praticar determinado ato contrário à vontade de Deus. Sendo  uma chaga em si mesmo.
    Portanto, o respeito sem sombra de dúvida as pessoas que sofrem essa dificuldade, independente de raça, opção sexual, gênero. Mas o papa com sua sabedoria e representação de Deus aqui na terra, fala em nome de Deus e nos comunica: que ser homossexual é incompatível com a vocação sacerdotal. Aquele que prática atos homossexuais dificilmente vai abster de relação com outro parceiro, pois os seus impulsos são mais ardentes que os hetero e assim não é possível a incontinência, que é tal pedida na vocação sacerdotal. O que Paulo escreve advertido para os heterossexuais, dizendo se não consegue abrandar teus impulsos e se ele te abrasa é melhor que se case do  que ficar queimando por dentro. O próprio Paulo sabe o quanto é difícil para o hetero que tem sua natureza conforme os planos de Deus manter-se casto, imagine os que são desviados em sua condição natural é de fato difícil resistir, ainda mais no ambiente que favoreça a aproximação com outros do mesmo sexo.
    Portanto, sabe que as prática de desvios morais ocorre desde milênios mas que ao menos diante de Deus e dos irmãos sejamos honestos consigo mesmo, e busquemos nos assemelhar a Cristo em toda nossa vida. Sendo mais honesto possível. No entanto não podemos ser determinista assim, o ser humano é enigma e precisamos apostar na misericórdia infinita. Uma coisa Deus determina, não peque, não siga as coisas desse mundo.
         Deus não nos chamou para impureza mas sim para santidade. (I Ts 4,7) 

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